quarta-feira, 22 de julho de 2009

O último minuto e o último segundo

Recebi o convite pra jogar o Campeonato Regional de Futsal. Aceitei. Aí está o glorioso Só Tapa F. C. (humildade na escolha do nome):


A primeira partida ocorreu no dia 14 de julho, terça-feira, às 22h, no Poliesportivo. O adversário era a Mecânica do Zé. O resultado? Vitória por 5 a 4, com o gol decisivo marcado quando faltava apenas 0,73 segundo.

Ontem, dia 21, às 19h30, no mesmo local, a segunda partida. Desta vez, contra o Vélez. Ao abrir 3 a 0 no placar, o time relaxou. A arbitragem também não foi bem, o que desestabilizou a equipe. O gol de empate, sofrido no último minuto, foi natural. Mais dois minutos de jogo e teríamos perdido a partida. No final, o empate em 3 a 3 foi razoável.

Uma vitória e um empate em dois jogos. Que venha o Democratas, próximo adversário!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Como no princípio


Dia 11 foi dia de lembrar.
Com o show da Exploder, lembrar do aniversário do rock.
Lembrar de muito mais do que isso.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Multiplique por 7


07/07.
7.
Quantas vezes esse número apareceu nos últimos 5 meses?
E quantas vezes se viu um beija-flor na janela do sétimo andar?

O tamanho disso tudo?
Se todos multiplicarem os seus sentimentos por 7,
talvez tenham uma idéia do quão grande é o meu.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Na cabeça

Uma animação pode ser engraçada. Trágica. Romântica. E se for tudo isso? Será primorosa. Apresento-lhes "Dans la tête". A melhor.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Most


Já pisei na bola algumas vezes com pessoas de quem gosto muito. E uma dessas pisadas foi deixar "esfriar" a Loudspeakers. Mais do que uma banda: um trio de amigos que se arrisca na música há 4 anos. 4 anos. Joel e Mateus. Passaram por muita coisa comigo.


E é mais um momento de passagem. A Loudspeakers acabou. Porém, está surgindo a Most, com uma nova proposta. Entendam como quiserem.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Não sou de açúcar...


Finalmente poderia voltar para casa. O dia havia sido longo. Uma viagem ao amanhecer, uma jornada de trabalho maior do que de costume.

Porém, ali estava ela. A chuva. Um obstáculo para muitos. Para a moça que caminhava apressada, com suas sacolas de compra. Para o cachorro abrigado sob a marquise. Para o casal de velhinhos que dividia o mesmo guarda-chuva.

E por que o medo da chuva? Pensei comigo: "Não sou de açúcar!". Comecei a caminhar vagarosamente, aproveitando cada gota que caía no rosto. A chuva até diminuiu, como que envergonhada por tamanha afronta vinda 'daquele rapaz'.

Por 3 quadras, as mãos nos bolsos e o sorriso foram estranhados por muitos.
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